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O caso do menino Ian Hagedorn

Ian Hagedorn é um menino americano que aos quatro anos já sofreu nada menos que seis cirurgias. Possui problemas cardíacos; um lado do coração mal desenvolvido em razão de uma lesão grave numa artéria pulmonar defeituosa. Sente falta de ar e inspira supremos cuidados à equipe médica que é responsável pelo seu tratamento; mas este não é o ponto.

O ponto é a história que nos conta sua mãe, Maria Hagedorn, sobre coisas acontecidas um ano antes do nascimento do menino. O pai de Maria era policial, e deparou uma situação de enfrentamento contra dois malfeitores que, numa Rádio, apontaram armas para o gerente. Ele, consciencioso, cumpriu seu papel, dando voz de prisão e mandando os homens baixarem as armas, mas o que fizeram foi dispará-las na mesma hora a queima roupa. E o pai de Maria Hegedorn faleceu desta forma, tendo como a causa de sua morte - e aí principia o mistério e todas as aparentes coincidências - o fato dos disparos terem atingido exatamente a válvula pulmonar correspondente à defeituosa em Ian.

Fosse levar em consideração apenas este ponto e tudo poderia não passar mesmo e apenas de coincidência, para que se pudesse alegar qualquer coisa quanto ao fato do menino ter nascido com este problema grave, que lhe valeu a primeira cirurgia apenas seis horas após ter vindo ao mundo. Contudo, isto foi apenas o princípio de tudo.

Conforme foi passando o tempo, a criança passou a externar dizeres e comentários estranhos. Maria Hagedorn conta, emocionada, ao lado do irmão Jim, que certa vez, ao pensar em punir o filho quando tinha por volta de três anos devido ao barulho que fazia em casa, para seu espanto, Ian olhou para ela e disse:

- Quando eu era o seu pai e você era pequena e fazia muita bagunça eu não lhe punia por isso!

O que a levou de imediato a desistir de castigar a criança.

De outras vezes - Maria relata - o menino pergunta a ela se lembrava dos nomes dos dois gatos de estimação que possuía, um branco e um preto, dos quais ele se recordava. Sempre mencionando assim: "Quando você era pequena e eu era o seu pai, você se lembra do nome dos gatos?..."

E Ian aparece no vídeo, dizendo:

- Eu não queria voltar para cá, mas Deus me mandou para vocês!...

- Mesmo sem você querer vir? - lhe pergunta Jim

- Sim.

- Ele deu você para a sua mãe?

Ian apenas concorda, sentado num balanço, indo e vindo, pra lá e pra cá, a fronte baixa, visivelmente tímido.

Exponho o caso à reflexão de todos, convidando os amigos leitores a oferecerem a este fato, aliás semelhante a muitos registrados ao redor do mundo, uma explicação mais lógica que não seja o retorno de Ian para perto da sua família pelas vias da reencarnação - o maior e mais coerente indicativo existente para a justiça e o equilíbrio que nos sugere a grandiosidade da vida e da Criação, em tudo o que nos rodeia e nos permeia, em nosso mundo, e no Universo.

Confira o vídeo no link: portaldareencarnacao.com.br/videos.html

Fonte: Somos Todos Um